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Tipos Frequentes de Cancêr

Câncer de pele:

- O mais frequente no Brasil e no mundo; - Apresenta-se em dois tipos: - Melanoma: alteração nos melanócitos, responsáveis por produzir melanina. Mais raro e pode levar à morte; - Não-melanoma: mais frequente e menos grave, porém pode causar deformações no corpo; - Quando diagnosticados precocemente ambos têm cura.

FATORES DE RISCO:

- Exposição prolongada e repetida ao sol, principalmente na infância e adolescência; - Histórico familiar ou pessoal de câncer; - Qualquer pessoa pode desenvolver câncer de pele, mas aquelas que possuem pele e olhos claros, com cabelos ruivos ou loiros, com vitiligo, são albinas ou estão em tratamento com imunossupressores, estão mais vulneráveis aos raios ultravioletas.

SINAIS

- O câncer de pele não-melanoma ocorre nas partes mais expostas do corpo como rosto, pescoço e orelha, podendo se apresentar de duas maneiras: - Manchas na pele que coçam, descamam, sangram ou ardem; - Feridas que não cicatrizam em quatro semanas; - Já o câncer de pele melanoma manifesta-se em qualquer parte do corpo, incluindo mucosas, desenvolvendo-se na forma de sinais ou pintas. Para facilitar a observação deve-se analisar o ABCDE, que compreende os seguintes aspectos: - Assimetria da forma; - Bordas irregulares (sem contorno definido); - Cor (várias cores no mesmo sinal) - Diâmetro (maior que 6mm tem maior possibilidade de ser maligno) - Evolução (mudanças na forma, simetria, cores, tamanho, etc)

COMO SE PROTEGER:

- Usar protetor solar (mínimo fator 15), aplicando-o na pele antes de se expor ao sol; - Usar protetor solar labial; - Usar roupas e acessórios de proteção adequados, como bonés ou chapéus de abas largas, sombrinhas, óculos escuros com proteção UV; - Evitar exposição ao sol no horário entre 10h e 16h; - Procurar lugares com sombra, como barracas.

*Esteja sempre atento às mudanças no seu corpo. Ao mínimo sinal de alteração, consulte um médico* * Em dias nublados também é importante usar o protetor* * Tatuagens podem ocultar lesões, por isso redobre a atenção* * O filtro solar deve ser reaplicado a cada duas horas, mesmo aquelas à prova d’água*

Câncer infanto-juvenil:

FATOS:

- Segunda causa de morte em crianças, perdendo apenas para as causas externas (violência, acidentes, entre outras); -A cada ano são diagnosticados, aproximadamente, 12 mil novos casos de câncer infantojuvenil.

MITOS E VERDADES:

- O câncer tem cura: VERDADE. Aproximadamente, 80% dos casos de cânceres infantojuvenis têm cura quando diagnosticados precocemente. Além da cura, a criança pode ter uma vida ativa e plena. Com o tratamento, a doença entra em remissão, ou seja, deixa de manifestar sinais e sintomas, e após cinco anos de remissão o paciente é considerado curado; - O câncer infantojuvenil é genético: DEPENDE. Pelo menos 10% dos casos são por fatores genéticos, mas a causa da maior parte dos casos ainda é desconhecida; - A culpa é dos pais: MITO. Ninguém é culpado pelo surgimento do câncer infantojuvenil. Não há nenhuma pesquisa científica que comprove que as atividades rotineiras, a dieta ou a criação causem câncer em crianças ou adolescentes; - Câncer infantojuvenil é igual dos adultos: MITO. Os cânceres mais comuns nos adultos são chamados carcinomas, causados por fatores ambientais/estilo de vida. Os casos de câncer infantil não têm causas definidas, bem como não se relacionam a fatores ambientais e/ou de estilo de vida.

PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS:

- Mancha branca nos olhos, perda recente de visão, estrabismo, protrusão do globo ocular; - Aumento de volume (massa): abdome e pelve, cabeça e pescoço, membros, testículos e glândulas; - Sinais/sintomas sem explicação: febre prolongada, perda de peso, palidez, fadiga, manchas roxas pelo corpo e sangramentos; - Dores: ossos, articulações, nas costas e fraturas, sem trauma proporcional; - Sinais neurológicos: alteração da marcha, desequilíbrio, alteração da fala, perda de habilidades desenvolvidas, dor de cabeça por mais de uma semana com ou sem vômitos, aumento do perímetro cefálico.

Câncer de mama:

- Segundo tipo de neoplasia mais frequente no mundo; - É o tumor que mais mata mulheres; - A cada ano, 22% dos casos novos de câncer em mulheres são neoplasias mamárias; - 95% a 100% dos casos de câncer de mama têm cura quando diagnosticados precocemente; - Homem também tem câncer de mama. Eles representam menos de 1% dos casos, porém neles é mais severo.

FATORES DE RISCO:

- Histórico familiar de câncer de mama ou de ovário em parentes de primeiro grau (representam 5% a 10% dos casos); - Sobrepeso, sedentarismo e obesidade, principalmente após a menopausa; - Consumo de bebidas alcoólicas e tabagismo; - Não ter filhos nem ter amamentado; - Primeira gravidez após 30 anos; - Uso de contraceptivos orais por longo tempo; - Exposições frequentes a radiações ionizantes (raios x, mamografia e tomografia).

SINAIS E SINTOMAS:

- Enrijecimento da mama; - Vermelhidão e/ou ardor; - Aumento ou diminuição do volume de uma das mamas, sem causa aparente; - Afundamento do mamilo; - Pele com aspecto de casca de laranja; - Protuberância; - Liberação de fluido desconhecido branco ou sanguinolento, pelo mamilo; - Feridas sem causa aparente; - Nódulos internos.

DIAGNÓSTICO:

- O principal exame diagnóstico é a mamografia, que deve ser realizada anualmente em mulheres acima de 40 anos; - Mulheres com menos de 40 anos devem realizar a ultrassonografia mamária, quando da manifestação de sinais e sintomas; - Todas devem realizar o autoexame para conhecer suas mamas e ao perceber qualquer alteração devem procurar um médico.

* Lembre-se: câncer tem cura. Quando diagnosticado precocemente as chances de cura chegam a quase 100%*

Câncer de Colo de Útero:

- É o terceiro tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil; - O câncer de colo de útero se desenvolve a partir de recorrentes infecções pelo papiloma vírus humano (HPV) contraídas por via sexual; - 80% das pessoas que tem vida sexual ativa já entraram ou irão entrar em contato com o vírus HPV; - Homens também contraem o vírus HPV, podendo desenvolver câncer de pênis e/ou de ânus.

FATORES DE RISCO:

- Idade: raro até 35 anos, com pico entre 45 e 50 anos; - Tabagismo; - Não uso de preservativos; - Multiplicidade de parceiros; - Higiene íntima inadequada; - Exposição a radiações ionizantes; - Uso de anticoncepcionais orais por mais de 5 anos.

SINAIS E SINTOMAS:

- As lesões iniciais são assintomáticas; - Quando em desenvolvimento, a mulher pode apresentar sangramentos anormais durante a relação sexual, fora do período de menstruação ou após a menopausa; - Verrugas genitais; - Leucorréia.

DIAGNÓSTICO:

Câncer de Próstata:

- É o segundo tipo de câncer mais incidente na população masculina e o que mais mata homens no Brasil; - Se detectado precocemente tem entre 80% e 95% de chances de cura; - Um a cada sete homens pode ter câncer de próstata durante a vida.

FATORES DE RISCO:

- Idade (75% dos casos acontecem em homens acima de 60 anos); - Histórico familiar (pai, tio ou irmão que já teve o câncer); - Sobrepeso, sedentarismo e obesidade; - Dieta rica em gordura; - Tabagismo.

SINAIS E SINTOMAS:

- Problemas urinários: sangue (na urina ou no sêmen), dor, aumento da frequência urinária durante a noite, ardor, incontinência; - Disfunção erétil; - Cansaço e dores osteomusculares associadas a um dos problemas supracitados.

DIAGNÓSTICO:

- Os exames diagnósticos devem ser feitos anualmente a partir dos 40 anos, independente de sinais e sintomas, a saber: - Teste de PSA (Antígeno Prostático Específico); - Exame de Toque Retal.

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